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Péssima operação de linhas troncais geram reclamação

O Consórcio Guaicurus, responsável pelo transporte coletivo da capital, anda operando de forma irregular mais uma vez. As vítimas dessa péssima operação agora são as recém criadas 083 (Aero Rancho/Nova Bahia - Expresso) e a 077 (Bandeirantes/Shopping - Expresso). A empresa responsável pela péssima operação é a Jaguar Transporte Urbanos, que opera em parte na 083 e integralmente na 077.

Veículo curto na linha 083.


De acordo com leitores, a 083 tem recebido veículos curtos no horário de almoço e no pico da tarde, veículos esses que deveriam circular somente em linhas de baixíssima demanda, como a maioria das convencionais, que ligam o bairro ao centro da cidade. Além de serem veículos mais fracos, que podem ocasionar atrasos, os veículos possuem bem menos acentos e são bem menores que os veículos alongados, lotando os veículos mais rápido e deixando mais usuários tendo que esperar o próximo.

A linha 077 também gerou bastante reclamação. Servindo de reforço para a linha 070 na ligação ao terminal Bandeirantes, a linha tem deixado vários passageiros pra trás por conta desses veículos curtos, deixando os usuários tendo que esperar a linha 070, que perdeu grande parte da sua frota nesses últimos dias.

Veículo curto na linha 077. Foto de hoje.

Além das expressas, outras linhas troncais importantes também vem recebendo esses veículos com uma frequência alta. São elas 076 (Aero Rancho/Hércules Maymone), 051 (Bandeirantes/Shopping) e 082 (Aero Rancho/Shopping) sendo essa última uma linha de altíssima demanda, que já chegou a rodar com veículos articulados no passado.

Veículo curto na linha 076. Foto do começo do ano!

Procurado, o Consórcio Guaicurus não respondeu o porquê dessa péssima operação. Nossa equipe já destacou esse problema em diversas reuniões que tivemos com o diretor e os representantes das empresas que compõem o consórcio, mas pelo visto, nada irá mudar. A Agetran acompanha a situação todos os dias, mas nada fazem. Já tentamos anteriormente entrar em contato e exigir que essa situação acabe, mas não temos nenhum tipo de retorno do órgão regulador, que lavou as mãos e deixa as empresas operarem do jeito que bem entenderem.

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